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Náutico Peca nas Finalizações e Fica no 0x0 Contra a Portuguesa

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Blog do Torcedor Goleiro Dida foi destaque da Porgutuesa, enquanto Kieza passou em branco/ Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem O Náutico bem que tentou. Lutou até o fim, mas não coseguiu fazer valer o seu mando de campo diante da Portuguesa. As duas equipes cometeram erros no quesito finalização e o resultado não poderia ser outro: 0x0. O Timbu foi uma equipe determinada, imprimiu velocidade como já de costume nos jogos nos Aflitos, mas peco bastante no último passe, facilitando o sistema defensivo da Lusa. Com o resultado, o Timbu atinge os 41 pontos e fica na 12ª posição. Agora, o Náutico volta a encarar o drama de vencer fora de casa. Na próxima quinta-feira, a equipe enfrenta o Santos, na Vila Belmiro. A Portuguesa está na 14ª posição, com 39 pontos. Na próxima rodada, o time do técnico Geninho continua atuando longe de casa: vai enfrentar o Figueirense, no Orlando Scarpelli.

Depois do Bronze em Londres, Yane Marques Trabalha Como Estagiária em Academia

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Yane conquistou o bronze no pentatlo moderno em agosto Foto: Thiago Wagner/Blog do Torcedor NE10 Com informações do UOL Mais de dois meses depois de tornar-se a primeira pernambucana a ganhar uma medalha olímpica em um esporte individual ao conquistar o bronze em Londres, no dia 12 de agosto, Yane Marques disse, em entrevista ao  UOL Esportes , que continua sem patrocínio pessoal e é estagiária em uma academia no Recife. Yane disse que nada mudou na carreira depois do título histórico para o Brasil, mas o reconhecimento do público aumentou. A renda vem de uma verba recebida do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Exército. Pelo serviço na academia, não recebe bolsa. A pentatleta, que faz faculdade de educação física na capital pernambucana, cumpre estágio curricular na academia onde treina. Na entrevista ao UOL, disse que, depois de treinar, trabalha na musculação da academia. Segundo Yane, o estágio é flexível, já que pode viajar para competir e depois cumpr...

Mais de 30% das Mulheres Terão Osteoporose Após a Menopausa, diz Estudo da Abrasso

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Agência Brasil Uma em cada três brasileiras vai desenvolver osteoporose, doença que enfraquece os ossos, após a menopausa, aponta estudo da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Apesar do alto percentual entre a população feminina, apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos já fizeram algum exame para detectar a doença. Para reforçar a necessidade de prevenção e do diagnóstico precoce, a associação promove hoje (20), no Dia Mundial de Combate à Osteoporose, a campanha nacional Seja Firme Forte. A costureira Maria Bueno Dedin, de 69 anos, descobriu a doença há apenas cinco anos, quando fez a primeira densitometria óssea. “Descobri em um exame de rotina. Nunca senti nenhuma dor que indicasse a doença. Agora faço o exame todo ano para acompanhar”, disse. Com tratamento à base de remédios, ela conseguiu estabilizar a perda de massa óssea que caracteriza a osteoporose. Assim como a costureira, cerca de 50% das mulheres fazem o exame tardiament...

Não Teve graça... Para Eles

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José Luiz Alves Filho, conhecido como Pai Gay, promete não desistir e disputar outras eleições Diário de Pernambuco Nomes divertidos, slogans engraçados e tiradas criativas durante a campanha não foram suficientes para alguns dos candidatos conquistarem a tão sonhada cadeira nas câmaras municipais de cidades pernambucanas. Agora, chegou a hora de juntar os cacos deixados pela derrota e traçar planos para o futuro. Alguns, tão engraçados quanto o papel de candidato nas eleições deste ano. Candidato a vereador na cidade do Recife no último pleito, Isaac Heleno (PMDB), popularmente conhecido por Rosado, usou a estratégia mais próxima do que ele acreditava ser o ideal: uniu o gosto pelo ciclismo à irreverência no vestir, com o uso de roupas e equipamentos de segurança na cor rosa. “Saí em quase todos os eventos ciclísticos, mas a categoria não votou em mim como prometeu”, comentou decepcionado. Marinheiro de primeira viagem, Rosado conseguiu apenas 266 votos na sua e...

De Onde Vem Tanta Autoconfiança?

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Rodrigo Cardoso Istoé RECEITA DE SUCESSO  “Sempre falo para ele: ‘Se não sabe de onde veio e onde está, não sabe  para onde está indo’”, diz Ramon Lemos, treinador de Anderson Silva Psicopata Americano. O apelido dá a dimensão do quão durão pode ser o lutador americano Stephan Bonnar, 35 anos, quando solto dentro do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior evento de MMA do planeta. No sábado 13, para o seu azar, ele teve de dividir o espaço no UFC Rio 3 com o maior atleta da história da modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Aos 37 anos, invicto no torneio desde 2006, Anderson foi escalado às pressas e teve pouco mais de um mês para se preparar. Mesmo assim, ganhou a luta no primeiro round, depois de derrubar o americano com uma joelhada no tronco e nocauteá-lo com uma sequência de socos. Não foi, porém, a sua explosão muscular que surpreendeu quem assistia à luta. O brasileiro deu um show de autoconfiança, uma competência emocional própria de quem é dotado...

Para garantir Permanência na Séria A, Náutico Encara a Portuguesa

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Kieza é a esperança de gols do Náutico. Foto: Ricardo Labastier/JC Imagem O Náutico joga nesse domingo contra a Portuguesa, às 15h, nos Aflitos, a partida que pode garantir matematicamente a permanência na Séria A do ano que vem. E olha que faltam ainda oito rodadas para o final do Brasileirão, algo que para muitos, é surpreendente, já que antes mesmo de iniciar a competição o time pernambucano era considerado favorito para ser rebaixado. Dono da terceira melhor campanha como mandante, o Náutico terá a chance de ouro para concretizar o primeiro objetivo dentro da competição. Das 12 vitórias no Brasileirão, 11 foram nos Aflitos. A partida terá como curiosidade o horário: 15h. A mudança ocorre devido ao horário de verão.

Professora Cria Remédio Contra Bullying em Escola

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SÃO PAULO (ABr) - Quando adolescente, a professora Deyse da Silva Sobrino media 1,72 metro e pesava 45 quilos. A garota alta e magra sofria quando era chamada pelos colegas de “pau de catar balão” e “vareta de bilhar”. Na época, o termo bullying ainda não existia, mas a prática de criar apelidos maldosos e agredir de forma física ou verbal já fazia parte do cotidiano das escolas. Atualmente, Deyse tem 60 anos e três formações: Biologia, Pedagogia e Direito. Ela dá aulas há 42 anos e tenta passar aos seus alunos ensinamentos que vão além da Informática que ministra na Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio, na periferia de São Paulo. “Isso (o bullying) nunca me afetou. Eu estava bem comigo mesma. É isso que tento passar ao aluno, que se sinta bem com ele mesmo”, disse.