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Mostrando postagens de agosto 27, 2017

Charge do Frank - A Notícia

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Taxa de feminicídios no Brasil é a quinta maior do mundo

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Helena Martins - Repórter da Agência Brasil Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de assassinatos de mulheres chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres Fernando Frazão/Agência Brasil Apenas na última semana, foram registrados pelo menos cinco casos de mulheres assassinadas por seus companheiros ou ex-companheiros só em São Paulo. Dado alarmante que reflete a realidade do Brasil, país com a quinta maior taxa de feminicídio do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres. O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Apenas entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros/ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos. Com a Lei 13.140, aprovada em 2015, o f...

Lava Jato afeta avaliação, afirmam especialistas

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Estadão A pesquisa Ipsos mostrou que o desgaste não é mais exclusividade dos Poderes Executivo e Legislativo. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) também já são vistos com desconfiança por parte da população. Para a cientista política Maria do Socorro Braga, a avaliação negativa de nomes como Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Edson Fachin é resultado da Operação Lava Jato. "Eles são avaliados por atitudes e decisões tomadas nesse âmbito ou envolvendo personagens que estão sendo julgados pela operação A opinião pública está muito sensível a esses desdobramentos", disse. "Toda e qualquer impressão de impunidade recai sobre os ministros", afirmou a cientista política e professora da Universidade de São Paulo (USP). A sensação da opinião pública, segundo a pesquisadora, é de que os ministros do Supremo atuariam de forma corporativista, decidindo questões do próprio interesse, como o aumento de vencimentos do Judiciário. Comparação O também cient...

Um ano após impeachment, Dilma ocupa papel secundário na política brasileira

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Dilma Rousseff (PT) antecipou que, pós impeachment, seria 'carta fora do baralho' Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Paulo Veras JC Online “Se eu perder, eu estou fora do baralho”, resumiu Dilma Rousseff, em abril do ano passado. Desde que deixou o Palácio da Alvorada, evitando uma simbólica descida de rampa, a primeira mulher eleita para a Presidência da República tem sido uma figura secundária na política nacional. Vez por outra, dá sinais ao PT que pode concorrer a deputada ou senadora, já que teve os direitos políticos preservados pelo impeachment. Os governadores do Piauí, Wellington Dias (PT), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), fizeram convites formais para que a petista mude o domicílio eleitoral para disputar o Senado. A ex-presidente mora em Tristeza, bairro de Porto Alegre, mas costuma viajar para o apartamento em Ipanema, no Rio de Janeiro, e uma casa que pertence à mãe, em Belo Horizonte. Depois que deixou a presidência, Dilma fez turnê internaci...

Recife, uma cidade com sete fronteiras; conheça todas

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Luiz Filipe Freire Folha de Pernambuco Uma rua asfaltada pela metade, um canal que deixa de ser limpo porque ninguém assume a responsabilidade ou o transporte que não chega aonde se precisa dele. Quantas vezes você já se de­parou com problemas como esses? Certamente algumas, ou onde mora ou por onde já teve que pas­­sar. Nos limites entre municípios, porém, esse tipo de situação não é algo esporádico, que ocorre quando faltam recursos ou licitações atrasam. Pelo contrário, é quase uma regra, uma marca registrada que chega ao limite do escandaloso. É a falta de integração entre órgãos que foram constituídos para servir à população, mas se acomodam às amarras burocráticas e formais.  A reportagem da Folha de Pernambuco foi a campo para mostrar esses exemplos. Em sete localidades em que o Recife faz limite com outros municípios da Região Metropolitana, achamos sofrimentos que perduram há décadas e pessoas frustradas por viverem em “terras de ninguém”.  Deparamo-nos c...