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Mostrando postagens de outubro 15, 2017

Temer publica foto dando aula e é ironizado: professor de ética?

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Blog do Jamildo Ex-professor de direito constitucional, o presidente Michel Temer (PMDB) usou a profissão para tentar se aproximar dos eleitores neste domingo (15), Dia dos Professores. “Aos que como eu escolheram ser professor, presto minha homenagem e reafirmo meu compromisso com a Educação. Parabéns!”, afirmou nas redes sociais. Às vésperas da votação da denúncia contra ele na Câmara e com baixa aprovação , porém, a resposta não foi tão positiva. “Professor de quê? De ética?, questionou uma usuária do Twitter. “Você escolheu ser golpista, isto sim, é professor em comprar deputados”, afirmou outro. “Repitam comigo crianças: Eu compro deputados, tu compras…”, ironizou um deles. No Facebook não foi diferente: “Vocês estão professores em roubar o país, isso sim”. Ver imagem no Twitter  Seguir Michel Temer   ✔ @MichelTemer Aos que como eu escolheram ser professor, presto minha homenagem e reafirmo meu compromisso com a Educação. Parabéns!  ...

Acordo de delação de Funaro prevê 2 anos de prisão e multa de R$ 45 mi

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Foto: Cristina Gallo/Agencia Senado Estadão O doleiro Lúcio Funaro se comprometeu, em acordo de colaboração premiada, a pagar uma multa R$ 45 milhões e a cumprir dois anos de prisão em regime fechado. A pena ao todo tem 30 anos e deverá ser cumprida uma parte em prisão domiciliar, uma parte por meio da prestação de serviços à comunidade e outro período com a realização de estudos; essas atividades poderão reduzir ainda mais a pena. O corretor Lúcio Funaro disse em sua delação premiada que o presidente da República, Michel Temer (PMDB), dividiu com Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-homem forte de seu governo, propina da Odebrecht. Nos anexos de sua colaboração, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal, ele afirmou ter buscado R$ 1 milhão em espécie, supostamente pagos pela empreiteira, no escritório do advogado e ex-deputado José Yunes, amigo de Temer. Relatou também ter mandado a quantia para Geddel, na Bahia. Essas declarações condizem com a versão apresentada pelo ...

A morte da jararaca não é fava contada

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Elio Gaspari Folha de São Paulo Em julho passado, Lula foi condenado a nove anos de prisão pelo juiz Sergio Moro. Para que ele fique inelegível, a sentença precisa ser confirmada pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal 4, de Porto Alegre, composta por três desembargadores. Se Lula for condenado por unanimidade, ficará inelegível, com poucas chances de ser salvo nos tribunais superiores. Se o resultado ficar num 2×1, a inelegibilidade estará adiada, dependendo de confirmação pela Seção Criminal do TRF-4, composta por seis desembargadores federais, três dos quais da 8ª Câmara. Cabeça de juiz não permite prognósticos seguros, mas quem conhece o TRF-4 levanta duas dúvidas. Na primeira, a condenação pode ser anulada. Na segunda, a confirmação da sentença pode demorar, permitindo o registro da candidatura.

Charge do Humor Político

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Cunha recebeu R$ 1 mi para 'comprar' votos do impeachment de Dilma, diz Funaro

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Foto: José Cruz/Agência Brasi Folha de São Paulo O operador financeiro Lúcio Funaro afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República que repassou R$ 1 milhão para o ex-deputado Eduardo Cunha "comprar" votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. Funaro disse que recebeu uma mensagem de Cunha, então presidente da Câmara, dias antes da votação no plenário, ocorrida em 17 de abril. "Ele me pergunta se eu tinha disponibilidade de dinheiro, que ele pudesse ter algum recurso disponível pra comprar algum voto ali favorável ao impeachment da Dilma. E eu falei que ele podia contar com até R$ 1 milhão e que eu liquidaria isso para ele em duas semanas no máximo", disse. A Folha de S.Paulo teve acesso ao depoimento prestado por Funaro à PGR em agosto deste ano. Seu acordo de delação foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal). No depoimento, uma procuradora questiona: "Ele (Cunha) falou expressame...

2018: eleitores em busca de um “salvador”

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Ulysses Gadêlha Folha de Pernambuco A polarização entre PT e PSDB parece ter ficado no passado. Ao que tudo indica, o próximo pleito, em 2018, guarda semelhanças com a histórica eleição da qual Fernando Collor, um outsider à epoca, saiu vencedor entre 21 candidatos que disputaram a legitimidade popular. Assolado pela hiperinflação e um presidente impopular (José Sarney -PMDB), o Brasil de 1989 ansiava por um "salvador" que o conduzisse à saída da crise. Agora, com 14 milhões de desempregados, uma forte descrença na política e um presidente (Michel Temer - PMDB) com 95% de rejeição, o país vê renascer um debate semelhante, com muitos atores políticos, outsiders aos montes e, novamente, enormes incertezas. Conforme as últimas pesquisas, despontam como presidenciáveis o ex-presidente Lula (PT), o deputado Jair Bolsonaro (PEN), a ex-senadora Marina Silva (Rede), o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o ex-mini...

Outubro Rosa

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