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Mostrando postagens de setembro 25, 2016

Charge do Miguel - Jornal do Commercio

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Eduardo Cunha dirá em livro que impeachment foi golpe

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Lauro Jardim – Guilherme Amado – O Globo Ressentido e com a faca nos dentes, Eduardo Cunha bancará no livro que promete lançar em dezembro que o impeachment de Dilma Rousseff foi um "golpe parlamentar". Antes que os petistas se animem por ter encontrado um companheiro para gritar contra o "golpe", um alerta: o notório deputado cassado sustentará que foi exatamente o que aconteceu com Fernando Collor, em 1992 — um "golpe parlamentar", mas com o apoio incondicional do PT. Neste livro, o objetivo é fustigar o governo Temer. Interlocutores de Cunha relatam que o ex-deputado está dividindo o jogo entre "eu" e "eles". A propósito, Cunha não vai escrever um, mas dois livros. O segundo, que ele pretende lançar no início de 2017, já tem até nome, "Delação não premiada". Nesse, promete contar tudo sobre os seus desafetos e proteger sua turma. A interlocutores diz que já separou sua agenda de compromissos dos últimos...

Pacto pela Vida morreu, diz mentor do programa

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"O Pacto construiu um mecanismo de governança, que hoje está perdido", opina o professor de sociologia José Luiz Ratton Foto: Guga Matos/JC Imagem JC Online Coordenador do Núcleo de Pesquisas em Criminalidade, Violência e Políticas Públicas de Segurança da UFPE e professor de sociologia, José Luiz Ratton é uma das maiores autoridades em segurança pública do País. Um dos idealizadores do Pacto Pela Vida, ele admite que, da forma como é feito hoje, o programa está fadado ao fracasso, dá dicas de reestruturação, opina sobre o Compaz e aponta soluções que as prefeituras podem adotar para ajudar a combater o crime. JORNAL DO COMMERCIO - É praxe, no Brasil, os gestores municipais dizerem que segurança é problema dos executivos estaduais. Ou do governo federal. Nossos prefeitos estariam assim proibidos de ações de combate à violência? RATTON - As prefeituras estão proibidas apenas de criar organizações policiais, mas não estão proibidas de construir programas de ...

Escândalos de corrupção despertam desinteresse em eleitores, dizem especialistas

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Agência Brasil Em eleições municipais o debate eleitoral gira em torno, normalmente, dos problemas do dia a dia dos cidadãos, como a falta de asfalto das ruas, a infraestrutura dos bairros e das cidades. Este ano, contudo, os temas locais têm disputado espaço com a repercussão das investigações da Operação Lava Jato, o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, a cassação do deputado Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, e a denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O resultado disso, na avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, é o aumento da desconfiança do eleitor em relação aos partidos políticos e na política como um todo. Neste cenário, estudiosos do processo eleitoral preveem um alto índice de abstenção, crescimento do voto nulo e o fortalecimento dos candidatos “antipartidários”. “Há um descrédito total das pessoas nos partidos político. Pela experiência que eu tenho, dificilmente alguém, t...

Eleições 2016

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