Floresta em pé tem potencial de gerar recursos maior que pecuária e madeira na Amazônia
CicloVivo Cidades do Noroeste do Mato Grosso localizadas no chamado “arco do desmatamento” podem arrecadar mais recursos para seus cofres públicos com manutenção da floresta em pé do que com atividades como criação de gado e extração de madeira . Essa é a conclusão de um estudo realizado no âmbito do projeto PolicyMix, que reúne instituições de pesquisa brasileiras e internacionais na formulação de ações que unam geração de renda com conservação. Realizado em duas cidades que hoje figuram na lista do Ministério do Meio Ambiente (MMA) de maiores desmatadores da Amazônia – Cotriguaçu e Juína - o trabalho mostrou que a soma do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) arrecadado por áreas protegidas (por meio do chamado ICMS-Ecológico) é maior do que o gerado por atividades como a pecuária e a madeira, em ambos os municípios. Em Cotriguaçu, cidade que possui 32,7 % de seu território em áreas protegidas, o ICMS Ecológico rendeu ao...