Apesar das condições precárias, duplicação da Ponte do Janga está longe de virar realidade

JC Trânsito

Uma hora para percorrer cinco quilômetros. Essa é a realidade diária do jornalista Luiz Fabiano Pinheiro, 34 anos, que tem que sair de Pau Amarelo, em Paulista, no Grande Recife, para o município vizinho, Olinda. O caminho é pela Ponte do Janga, um dos maiores pesadelos para quem vive na área norte da Região Metropolitana. Esburacada e sem a prometida duplicação, segue formando congestionamentos até fora dos horários de pico. Até há um projeto, orçado em R$ 16 milhões, mas sem previsão para sair do papel. Sem falar no medo dos motoristas devido às condições da via. 

"Não é só às 7h. Tem trânsito ao meio-dia, às 10h, às 22h. Um absurdo", reclama Luiz Fabiano. "A estrutura é muito precária. Não entendo por que o governo não tem prioridade para essa área. É mais que urgente a duplicação da ponte", acrescenta.

O projeto para tentar melhorar a mobilidade no Janga até foi feito pela Prefeitura de Paulista e entregue ao Governo do Estado, que está analisando os documentos para assinar um convênio com a gestão municipal. 




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