Orgãos Produzidos em Laboratório Ampliam e Melhoram a Vida dos Seres Humanos
O que hoje é
fruto da imaginação e tema de tatuagens, como a da perna acima, no
futuro pode se tornar real com a evolução da tecnologia na saúde
Marília Banholzer
NE10
A vida tem uma programação simples. Nascer, crescer, morrer. Tudo isso
deve acontecer em cerca de 73 anos, tempo que, segundo dados recentes do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a média da
expectativa de vida dos brasileiros. Mas, com o advento da tecnologia,
essa ordem natural começa a mudar. Seres humanos que deveriam morrer,
por exemplo, pela insuficiência de algum órgão, podem escolher um
caminho mais duradouro. Neste novo mundo, o coração, órgão vital que
representa o pulsar da vida, pode ser substituído por uma máquina que
bombeia o sangue para todo o corpo.
A ciência chegou a um nível de desenvolvimento que permite ao homem
implantar um rim, fígado ou um pulmão no lugar de um órgão que já não
funciona bem. Pesquisas avançadas oferecem a oportunidade de voltar a
enxergar, ouvir ou reduzir os danos de doenças degenerativas. Voltar a
andar após perder as pernas, mover um braço mecânico implantado no lugar
do que foi amputado. Hoje, já é possível viver mais e melhor com essas e
outras modificações no corpo humano, considerado pela própria medicina
uma máquina precisa.
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