Os Inúmeros Tabus do Náutico na Ilha

Kuki era o maior ídolo do Náutico, quando time foi campeão pela última vez



Já se passaram oito anos desde a última vitória do Náutico sobre o Sport na Ilha do Retiro. Um longo tabu que acabou se transformando em fantasma para o time de Rosa e Silva nos últimos tempos, a ponto de no último duelo no estádio, nesta temporada, os atletas alvirrubros terem admitido a orientação interna para  evitar a pressão nos primeiros 15 minutos, para não ser engolido pelo Leão. Pois foi isso que aconteceu, com o Rubro-negro abrindo 3 a 0 justamente na faixa de tempo prevista. O Alvirrubro reagiu, mas não evitou mais um revés, por 4 a 3. Foi a décima vitória do Sport nesta sequência invicta em casa, com 17 jogos ao todo. No próximo domingo, apenas uma vitória alvirrubra por dois gols colocará o time na decisão do Estadual.


Curiosamente, foi também o ano do último título do clube. Ao Sport, a tranquilidade para sustentar a marca e se garantir na finalíssima, em busca da 40ª taça. Tabu que pesa de um lado e que aumenta a responsabilidade do outro nesta reta final.

A história, contudo, se torna ainda mais ingrata para o Náutico caso o status decisivo do jogo seja equiparado ao último triunfo do clube na casa do adversário. Faz tempo. Há quase 20 anos o Sport não sabe o que é perder em casa um confronto eliminatório para o rival centenário. Dados considerando finais, semifinais, turnos, Pernambucano, Nordestão, Brasileirão etc. Em qualquer ato, a mesma festa desde então, vermelha e preta. 

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