Suplência: deputados conquistam mandatos mesmo com desempenho baixo nas urnas
Em 1990, Miguel Arraes elegeu-se deputado federal com 340 mil votos e garantiu espaço para Renildo Calheiros. Na mesma eleição, Cristina Tavares teve 15 mil votos e ficou de fora Foto: JC Imagem Marcela Balbino JC Online De janeiro de 2015 até agora, a bancada pernambucana na Câmara Federal enfrenta dias agitados e a “dança das cadeiras” é intensa. Sete dos 25 parlamentares tiveram votação insuficiente para chegar ao mandato e hoje estão lá por força do coeficiente eleitoral. Semelhante às eleições de 1990, quando o então candidato a deputado federal Miguel Arraes (PSB) obteve quase 340 mil votos e arrastou candidatos da sua coligação, em 2014 a Frente Popular amealhou 21 partidos e os quatro suplentes que vão assumir o mandato esta semana fizeram parte da composição. Na época, Arraes elegeu-se como o mais votado em Pernambuco e a acachapante vitória do socialista fez com que alguns deputados da mesma coligação que o socialista conseguissem ser eleitos, enquanto ou...