Antônio Moraes rebate pedido de impeachment e defende vice-governadora Priscila Krause
O deputado Antônio Moraes (PSD) rebateu duramente, nesta quinta-feira (20), a atitude dos deputados Rodrigo Farias, Sileno Guedes e Romero Albuquerque, que protocolaram um pedido de impeachment na Assembleia Legislativa de Pernambuco contra a vice-governadora Priscila Krause (PSD), questionando a destinação de recursos públicos à Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, administrada por Jorge Branco, marido de Priscila.
"Quero, em primeiro lugar, expressar publicamente a minha mais profunda indignação diante da atitude dos deputados Sileno Guedes, Rodrigo Farias e Romero Albuquerque, com um pedido de impeachment completamente infundado. Convivi com Priscila no parlamento. Priscila é uma mulher extraordinária e de uma conduta ética irretocável", destacou o deputado.
Na avaliação de Moraes, o que está acontecendo, às vésperas da eleição, é uma "manobra" que se resume à mais "pura politicagem".
"Essa representação assinada por esses deputados não possui qualquer embasamento legal ou técnico para sustentar um pedido de tal gravidade", afirmou Moraes, acrescentando que a instituição citada (Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro), localizada em Garanhuns, é vinculada à memória de uma das figuras mais honradas da política de Pernambuco: o Dr. Zé Tinoco.
"Um médico respeitado, que deixou um legado de serviços prestados e de uma integridade que não admite suspeição", lembrou Moraes.
O parlamentar ressaltou, ainda, que a mesma unidade hospitalar prestou serviços de saúde à população de Pernambuco ao longo de todas as gestões passadas, incluindo os governos de Eduardo Campos e Paulo Câmara, sob a sigla do PSB.
"Naquela época, o trabalho prestado pela instituição era considerado idôneo e essencial ao Agreste. Agora, por razões estritamente convenientes ao debate político, tenta-se manchar a reputação de um hospital com décadas de dedicação à saúde pública", questionou.
"Tenho a plena convicção, primeiro, de que essa matéria não avançará na Casa e, segundo, é de se lamentar que o Ministério da Saúde se preste a se envolver em uma palhaçada política dessa. A política exige seriedade e respeito às instituições, e não atitudes desesperadas como essas que estão ocorrendo agora", pontuou Antônio Moraes.
Foto: Leôncio Francisco/Divulgação

Comentários
Postar um comentário