Estaleiro Atlântico Sul perdeu encomendas e demitiu funcionários Guga Matos/JC Imagem Renata Monteiro JC Online Para além dos prejuízos econômicos, as maiores sequelas da ruptura nos projetos podem ser vistas na vida daqueles que, enxergando uma oportunidade, apostaram em empregos que esvaíram após o apogeu dos empreendimentos. Desempregado desde que foi dispensado do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em novembro de 2016, o encanador Herculano da Silva, de 34 anos, diz que já procurou colocação em diversas áreas. Não conseguiu nada além de bicos. O sustento da casa é garantido pela esposa, que é corretora. “Quando estava no estaleiro, a minha renda familiar girava em torno dos R$ 3,5 mil. Hoje, nos mantemos com os R$ 1,5 mil do salário da minha mulher, que está grávida de seis meses. Não sei o que faria se ela também estivesse desempregada”, comentou. Casado e pai de duas filhas, Maurício Hartl, 33, trabalhou por 5 anos no EAS e foi demitido no início de 2017. Atualme...