Um 2016 pequeno para tantos desafios
Marcílio Albuquerque Folha-PE Todas as páginas viradas no calendário. Chegou 2016. Apesar de um ciclo marcado pela crise, a esperança é por um ano melhor. Comuns neste período, projeções já despertam o interesse. Na saúde, o desafio está em enfrentar a microcefalia. Na segurança, a promessa é de mais policiais e a entrega de presídios. Já na educação, novas escolas técnicas trarão mais oportunidades. Após um ano de complexidade extrema, 2016 já aporta exigindo continuidade do trabalho e união de forças. Apesar de velho conhecido, o mosquito Aedes aegypti se consolidou como o grande vilão. Repelentes desapareceram das prateleiras e os cidadãos despertaram para a importância de extermínio dos focos. No entanto, para especialistas, trata-se de uma guerra que apenas começa. Além da dengue, a introdução dos vírus da zika e chikungunya requerem mudanças urgentes. Nada terá tanto peso como a necessidade de adequar a rede de saúde, do acompanhamento das gestantes ao desenvolvimento ...