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Acidente Tamarineira: um ano depois, Miguel abre o coração

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JC Online A dor ainda transborda. No olhar distante. No sorriso triste. Na palavra recheada de saudade. No choro que se quer conter. Passado um ano do acidente na Tamarineira, Zona Norte do Recife, em que sua esposa, Maria Emília Guimarães, de 39 anos, o filho Miguel Neto, 3 anos, e a babá, Roseane Maria de Brito, 23 (grávida de três meses) foram mortos por um motorista embriagado que avançou o sinal, o advogado Miguel Filho da Motta Silveira, 47, procura o conforto que, dizem, o tempo traz. A motivação para levantar todos os dias fica no quarto ao lado: Marcela, 7 anos, a filha que foi dada como morta duas vezes, mas insistiu em ficar viva. “Ela é um milagre”, diz carinhosamente Miguel, nesta entrevista ao JC, na qual abriu o coração. A entrevista aconteceu no apartamento da família, em Casa Forte, Zona Norte do Recife. A mãe da babá preferiu não falar com a imprensa. JC – Um ano se passou. Como vocês estão hoje? MIGUEL: Ainda dá muita tristeza. Mas antes eu não tinha...

25 de Novembro - Dia Internacional de Luta Contra a Violência a Mulher

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O ministério se revela nas manobras

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Elio Gaspari - Folha de S.Paulo Como sempre acontece, a dança de nomes mostra a alma da formação da equipe de um presidente Em setembro acreditava-se que o médico Henrique Prata, diretor do Hospital do Câncer de Barretos, podia ser o ministro da Saúde num eventual governo de Jair Bolsonaro. Outra hipótese seria a ida do deputado do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS). Nos dois meses seguintes pelo menos dois renomados médicos passaram pelo balcão de apostas e o jogo fechou com a nomeação de Mandetta. Há dois anos, o cirurgião Raul Cutait esteve com um pé na pasta, mas Michel Temer nomeou o deputado Ricardo Barros (PP-PR). O jogo do ministério, com seus balões de ensaio e boatos, é um divertimento que acaba no dia em que o Diário Oficial publica a lista dos nomeados. Contudo, os movimentos que ocorrem nos bastidores acabam revelando a alma do governo que se forma. Descontada a maneira silenciosa e cirúrgica com que Paulo Guedes forma sua equipe na área eco...

Zika, dengue e chicungunha são doenças transmitidas pelo Aedes aegypti - Veja como identificá-las

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A estrela de Lia brilha pelo mundo, mas se apaga em Pernambuco

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Folha-PE O sol brilha quando chegamos à Ilha de Itamaracá e rebate na roupa amarela de Lia, que aguardava nossa equipe como que vestida para um show. Séria, tímida, Maria Madalena Correia do Nascimento faz cara feia quando o fotógrafo, em tom de brincadeira, pergunta o motivo de não estar trajando azul - cor que virou marca registrada e a transformou quase que numa representação da orixá Iemanjá. "Esse é o figurino novo do meu espetáculo, tem algum problema?", fulmina a deusa, magnânima.  Minutos depois, andando pela areia da praia do Jaguaribe com o viralata Mike, recebendo o carinho de turistas e moradores da ilha e contando piadas para o mesmo fotógrafo, Lia sorri e se transforma numa aparição dourada, quente, vibrante. Mais de um metro e oitenta de presença que impacta e de quem é difícil desviar o olhar. Continue lendo:

Conflitos no WhatsApp vão parar na Justiça

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Populares na internet, os emojis são desenhos usados para sintetizar emoções. Embora tenham uso informal, em outros contextos podem até servir de prova em ações judiciais. Em um caso recente em São Paulo, quatro emojis sorridentes se tornaram a prova de que uma adolescente praticou bullying em um grupo de WhatsApp. Este é um entre tantos processos que têm sido abertos nos tribunais para reparação de dano moral cometido no aplicativo de mensagens. Essa ação de bullying aconteceu em um grupo criado por uma garota de 15 anos para convidar colegas a assistirem a um jogo da Copa do Mundo de 2014. Em certo momento, integrantes começaram a escrever comentários ofensivos sobre um estudante, o que foi acatado pela administradora do grupo, que enviou emojis sorridentes. Pela conduta, foi condenada a pagar indenização de R$ 3 mil. O jornal O Estado de São Paulo procurou a defesa da jovem, mas não teve sucesso. "Ela foi uma agente (do bullying), emitiu opinião de um jeito cod...

Gestantes fumantes ou obesas correm mais risco de terem bebês acima do peso

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Correio Brasiliense Maus hábitos durante a gravidez podem interferir no peso dos bebês ainda durante a gestação e logo nos primeiros dias de vida. Pesquisadores americanos identificaram essa relação acompanhando tanto grávidas que estavam acima do peso quanto fumantes. Os resultados dos dois estudos foram divulgado em revistas científicas e chamam a atenção para a importância de seguir as recomendações médicas a fim de garantir a saúde dos filhos. Cuilin Zhang, pesquisador do Instituto Nacional Eunice Kennedy Shriver de Saúde infantil e Desenvolvimento Humano, alerta que os cuidados devem começar ainda nos planos de maternidade. “Nossos resultados ressaltam a importância de obter um peso corporal saudável antes da gravidez. Também sugerem que os médicos devem monitorar cuidadosamente a gravidez de todas as mulheres obesas, independentemente de elas terem ou não complicações de saúde relacionadas ao excesso de peso”, explica. Continua depois da publicidade A equipe e...