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A operação que implodiu a corrupção

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Germano Oliveira Istoé A Operação Lava Jato, que completa três anos nesta sexta-feira 17, já levou para a cadeia três ex-tesoureiros do PT, dois ex-ministros de Lula (José Dirceu e Antonio Palocci) e os mais importantes empreiteiros do País, como Marcelo Odebrecht. Mas o juiz Sergio Moro ainda não julgou as duas ações penais que acusam o ex-presidente Lula de corrupção, o que deve acontecer ainda no primeiro semestre. A decisão sobre Lula, somada às investigações de políticos de quase todos os partidos no STF, transforma a Lava Jato na mais importante ação do Poder Judiciário contra a corrupção. Para chegar onde chegou, a Lava Jato realizou 38 grandes operações, que chamaram a atenção por seus nomes sugestivos, como Pixuleco, Xepa ou Juízo Final. O momento crucial, segundo o delegado Márcio Anselmo, da PF, foi a descoberta, em abril de 2014, de que o doleiro Alberto Youssef presenteou com uma Land Rover Evoque o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. A...

Charge do Miguel - Jornal do Commercio

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Ministro quer socorrer bilionários da saúde com dinheiro do andar de baixo - Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

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O deputado Ricardo Barros é aquele engenheiro que o ministro Eliseu Padilha mencionou como o "notável" do Partido Popular que substituiu o médico Raul Cutait durante o processo de escolha do ministro da Saúde de Michel Temer. O maior doador de sua campanha eleitoral, com um cheque pessoal de R$ 100 mil, foi o empresário Elon Gomes de Almeida, dono do plano de saúde Aliança. Barros entrou atirando. Criticou a amplitude do SUS e disse que estimularia a adesão de novos fregueses aos planos de saúde privados. Disse isso numa época em que há grandes planos de saúde quebrados, outros na fila e todos sofrendo um dreno de 1,5 milhão de fregueses, 192 mil só em janeiro passado. Para resolver o problema dos planos, e só deles, Barros lançou a ideia de um plano popular no qual os clientes fingem que pagam e os maganos fingem que atendem. Um sistema de medicina privada que produz bilionários (em dólar) está precisando de dinheiro e quer buscá-lo no fundo do tacho do andar de bai...

Há 32 anos, última eleição indireta do Brasil acabou com a ditadura

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Com 480 votos, Tancredo Neves venceu a última eleição indireta do Brasil e encerrou o período militar Foto: Célio Azevedo/Fotos Públicas Paulo Veras JC Online A última vez em que o Brasil elegeu um presidente de forma indireta foi no dia 15 de janeiro de 1985, num contexto político muito diferente. Derrotada a emenda das Diretas Já, a votação pelo parlamento passou a ser a única saída para eleger um presidente civil. Às 9h, o ex-presidente do Senado Moacyr Dalla iniciou o último Colégio Eleitoral do período militar. Havia 684 votantes entre senadores, deputados e representantes das Assembleias Legislativas. Resultado dos acordos políticos de bastidor, o deputado Paulo Maluf, pelo PDS, e o ex-governador Tancredo Neves, pelo PMDB, foram os candidatos inscritos. Cada um tinha 20 minutos para discursar. Ícone do PMDB, Ulysses Guimarães falou por Tancredo. Depois, começou a votação. De pé, em público, os delegados declaravam oralmente o voto em um dos candidatos ou pela abs...

Rigoroso, homossexual assumido, quer ser história no TSE

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Letícia Casado e Marina Dias Folha de S.Paulo  Não era sua especialidade, mas o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Herman Benjamin decidiu fazer desta a ação de sua vida. E não era para menos. Aos 59 anos, o paraibano Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin é o relator do maior processo da história do tribunal, que pode cassar, por abuso de poder político e econômico, a chapa presidencial composta por Dilma Rousseff e Michel Temer nas eleições de 2014. Precisou deixar de lado causas de direito ambiental e do consumidor, áreas nas quais é referência, para se debruçar com rotina quase acadêmica –com inúmeras horas de estudo e levantamento de detalhes– ao financiamento eleitoral. Seu voto será histórico, e ele sabe disso. A amigos confidenciou recentemente que apresentará seu parecer em abril, antes do fim do mandato dos ministros Henrique Neves e Luciana Lóssio. Os dois deixarão o TSE neste ano e especulações de que Temer os substituirá por magistr...

Senac com inscrições para cursos técnicos em várias áreas

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Os cursos de nível médio são ideais para pessoas que pretendem se profissionalizar em determinada área e ingressar rapidamente no mercado de trabalho. Com menor duração em relação ao nível superior, as aulas possuem um teor mais prático, com foco direcionado para o mercado. Seguindo essa linha, o Senac está com inscrições abertas para diversos cursos técnicos em diferentes áreas. Quatro unidades da instituição estão com vagas disponíveis: Unidade de Educação Profissional do Recife (UEPR), Unidade de Imagem Pessoal (UIP), Unida de Tecnologia da Informação e Comunicação (UTIC) e Unidade de Educação Profissional do Paulista (UEPP). Há vagas para cursos de Segurança do Trabalho, Design de Interiores, Enfermagem, Estética, Informática e muito mais. Os interessados devem realizar a inscrição na unidade onde o curso desejado está sendo ofertado, apresentando cópias e originais de RG, CPF, certificado de escolaridade e comprovante de residência. Confira abaixo a lista com todos os detalhe...

Temer não pode buscar popularidade com 'obra alheia', diz Dilma na Suíça

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Ex-presidente Dilma Rousseff Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil Folhapress A miniturnê europeia da ex-presidente Dilma Rousseff adotou um tom de campanha eleitoral. Em Genebra, convidada para participar do Festival Internacional de Filmes de Direitos Humanos neste sábado (11), Dilma defendeu o legado do PT no poder, apresentou um "pot-pourri" dos principais programas do seu governo e também creditou a paternidade da transposição do rio São Francisco - cuja obra do trecho leste foi inaugurada na sexta por Michel Temer - ao ex-presidente Lula. "Quem primeiro pensou nessa obra foi o imperador Pedro 2º. Mas quem implementou isso foi o Lula", disse Dilma aos jornalistas presentes no evento. Sem citar o nome de seu sucessor, a quem chamou de "presidente ilegítimo", Dilma afirmou que Temer não pode tentar melhorar sua popularidade "em cima da obra alheia". "O presidente ilegítimo quer ter algum nível de interlocuç...