Musical faz plateia reviver a emoção de ver e ouvir Elis Regina
Lilian Menezes em seu desempenho no espetáculo Elis, A Musical Divulgação Flávia de Gusmão JC Online A partir da abertura, quando uma silhueta feminina surge num patamar mais elevado e ouve-se ao fundo a canção Fascinação, a plateia já estava rendida. Elis Regina a incluiu no disco Falso Brilhante, lançado em 1976, ponto alto de uma carreira curta, mas tão recheada de sucessos que o pouco tempo da cantora entre nós (morreu em 1982, antes de completar 37 anos) foi compensado pela força que ela conseguiu imprimir – em seus contemporâneos e naqueles que os sucederam. O espetáculo Elis, A Musical, que fez sua estreia sábado (02/04) no Recife e segue em cartaz neste domingo (03/04), no Teatro Guararapes, conta, em duas horas, com intervalo de 15 minutos, a trajetória meteórica da cantora gaúcha, de estatura diminuta e personalidade gigante, que era fã de Ângela Maria e devotou sua vida a fazer aquilo que ela sabia ser sua vocação e força: cantar. Na apresentação que con...