Pernambuco perde prazo e 2.832 famílias ficam sem moradia
Foto:Hélia Scheppa/JC Imagem Giovanni Sandes JC Online Em Goiana, Vitória de Santo Antão, Santa Maria da Boa Vista e na pequena Granito, entre outras cidades, há quatro anos 3.817 famílias com renda inferior a um salário mínimo esperavam casas da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), pelo Programa Operações Coletivas. Só 94 receberam moradias. Outras 832 podem ou não conseguir. Mas 2.832 famílias, é certo, ficaram à espera do nada. A Cehab, do governo de Pernambuco, perdeu o prazo para usar dinheiro do programa, recursos do FGTS operados pela Caixa Econômica Federal (CEF), e desde o ano passado vem cancelando os contratos com as famílias. Este mês 612 foram descadastradas. A Caixa atribui o fiasco à Cehab, que alega, entre as razões, a inviabilidade financeira do programa. As contratações ocorreram em 2010, um esforço coletivo: prefeituras e entidades civis cuidariam dos terrenos, o Estado dos projetos e a CEF do dinheiro e fiscalização. O presidente da Cehab, Flávio F...