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Charge do amarildo

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Navalhada do dia

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Blog do Barbeiro A pressão da população por melhores escolas, transportes e postos de saúde cai em cima dos prefeitos municipais. Estes por sua vez pressionam o governo federal para mais verbas, uma vez que o sistema centralizado de arrecadação não favorece o município. Por isso foram a Brasília e vaiaram a presidente. Têm fome de dinheiro. O que eles não contam para o  distinto público é que existem hoje 64 mil cargos comissionados nas prefeituras. São aqueles cargos sem concurso e loteados entre políticos. São cabos eleitorais, parentes de vereadores, pseudos líderes comunitários, puxa sacos de toda ordem, além de toda a mordomia como sala, carros oficiais, secretárias, viagens, etc. Choram de um lado e gastam prazeirosamente de outro. Na sua opinião o prefeito de sua cidade é um bom administrador? Mande o seu comentário para o nosso twitter.com/jornalrecnews ou no Blog do Barbeiro, que sou eu.

PAULISTA X EGITO

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Dalton Régis EM PAULISTA, OS CARGOS COMISSIONADOS DA ASSEMBLEIA DE DEUS MANDAM NO PEDAÇO. A SECRETÁRIA FILHA DO PASTOR ROBERTO , ALÉM DE NÃO IR TRABALHAR , PASSA 1 MÊS EM LUA DE MEL. O SECRETÁRIO ADJUNTO, PASTOR  ESDRAS CABRAL TIRA FÉRIAS COM 6 MESSES DE TRABALHO. OU ENTÃO ELE FOI PARA O EGITO VER COMO É O PROGRAMA HABITACIONAL.

Deputados querem afrouxar controle de campanhas

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Depois de rejeitar a proposta de reforma política feita pela presidente Dilma Rousseff para responder aos protestos de junho, deputados federais trabalham para aprovar nesta semana mudanças na legislação eleitoral que afrouxam os controles existentes sobre doações de campanha.  Projeto de lei preparado por um grupo de trabalho composto por representantes de vários partidos acaba com os recibos para doações eleitorais e permite que políticos com contas de campanha rejeitadas pela Justiça Eleitoral voltem a se candidatar nas eleições do ano que vem.  Atualmente, os candidatos devem dar recibos às pessoas e às empresas que financiam suas campanhas, e esses comprovantes devem ser submetidos à análise da Justiça.  Folha de S.Paulo - Márcio Falcão

Os planos A, B e C de Eduardo Campos

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Luiz Carlos Azevedo Correio Brasiliense O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que ontem se reuniu, no Rio de Janeiro, com militantes e a bancada federal da legenda, resolveu pegar leve com a presidente Dilma Rousseff, no momento em que ela mais enfrenta dificuldades políticas. Ao contrário da oposição, que foi para cima do governo, Campos resolveu manter azeitados os canais de comunicação com o Palácio do Planalto, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com os aliados do PT. Campos sempre avaliou que a gestão da crise econômica deveria ser a agenda prioritária do governo Dilma, este ano, e não a antecipação da campanha eleitoral. Mas, diante da eclosão das ondas de protestos, que ainda varrem o país, e do agravamento da situação econômica, o governador de Pernambuco resolveu pisar em ovos, contra o senso comum de que seria a hora de partir para a ofensiva. Por quê? Ora, foi aconselhado por Lula a não queimar os navios com o governo Dilma nem com o PT. ...

Doidona ou visionária? Marina previu a atual onda de manifestações

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Desde que as manifestações começaram, a presidenciável  Marina Silva (Rede)  tem contado uma história ocorrida no ano passado. Durante uma palestra, Marina previu que a população tomaria as ruas para protestar contra a política tradicional. Entre ousado e desaforado, um ouvinte perguntou-lhe se ela havia ingerido chá de ayahuasca, bebida alucinógena consumida em rituais religiosos populares no Acre, terra natal de Marina. Agora, vê-se que ela estava bem lúcida e achou graça da provocação. Tanto que apelidou as manifestações de “política do chá”.  Felipe Patury

Oposição Vitaminada

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TEREZA CRUVINEL Talvez apenas a oposição, além, da própria democracia, tenha lucrado com o redemoinho. As pesquisas dirão. Mas é certo que ela deixou para trás o retraimento de que sofria diante de uma presidente bem avaliada, em franca campanha para a reeleição, à frente de um governo que, apesar dos percalços recentes na economia, não sofria contestações na sociedade. Agora temos uma oposição mais desenvolta e articulada. Não há semana em que o presidente do PSDB e presidenciável tucano Aécio Neves não conceda uma entrevista coletiva em que faz pesados ataques ao governo. No Congresso, especialmente no Senado, os oposicionistas agora falam grosso e nem precisam disputar o microfone com os governistas intimidados. Rosnam também os aliados dos tucanos, como o DEM e o PPS. No PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, voltou a vestir-se de presidenciável. José Serra recuperou o gosto pela esgrima verbal, especialmente através de seu mciroblog. Aliás, nesse ritmo, tudo a...