Mendonça: “Os adversários passaram de todos os limites ao usar a tragédia familiar de Raquel Lyra como arma para atacá-la”

   

                                                                                                                                         

O deputado federal e candidato ao Senado Mendonça Filho elevou o tom neste domingo (30) contra os ataques pessoais dirigidos à governadora Raquel Lyra durante a campanha eleitoral. Após o Recife amanhecer, neste domingo, com cartazes apócrifos espalhados por diferentes pontos da cidade associando a governadora à morte do marido, Fernando Lucena, Mendonça afirmou que a disputa política passou de todos os limites.

“Utilizar uma tragédia pessoal e familiar, como a morte do marido, como instrumento de ataque político é abjeto, é inaceitável. Os adversários passaram de todos os limites. Desrespeitando não só Raquel, mas os filhos, os familiares e a própria memória de Fernando”, afirmou Mendonça. Fernando Lucena morreu após sofrer um mal súbito em 2 de outubro de 2022, dia do primeiro turno da eleição para o Governo de Pernambuco. O episódio marcou profundamente a campanha daquele ano e fez Raquel se afastar temporariamente das atividades políticas para viver o luto junto à família.

Para Mendonça, a utilização de uma tragédia familiar como munição eleitoral revela o nível de degradação que a disputa política pode alcançar. O parlamentar afirmou que Pernambuco não aceita uma política baseada no ódio, em ataques anônimos e em estratégias concebidas “no submundo” para tentar vencer a disputa no tapetão. “Pernambuco não aceita a política do ódio. Divergência política faz parte da democracia. Ataque pessoal, não. É preciso ter limite, respeito e responsabilidade. Não se pode transformar a dor de uma família em arma eleitoral”, disse.

Mendonça também defendeu a investigação da origem dos materiais e a responsabilização de quem estiver por trás da produção e distribuição das peças. Os cartazes que circularam neste domingo não apresentam identificação de autoria, sendo veiculada de forma apócrifa. Segundo Mendonça, a sociedade pernambucana merece uma campanha baseada em propostas e no confronto de ideias — e não em ataques que ultrapassem os limites da vida pessoal e familiar dos adversários.

“Podemos discordar em tudo na política. Podemos disputar voto, governo, Senado e poder. O que não podemos é perder a humanidade. A política tem que ter limite. E esse limite foi ultrapassado”, concluiu.

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