Quinteto Violado: 45 anos de palco, estrada, estúdio
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Foto: divulgação/Fred Jordão
JC Online
Quando Fernando Filizola (viola), Generino Luna (flauta), Luciano Pimentel (bateria), Marcelo Melo (violão) e Toinho Alves (contrabaixo) tocaram pela primeira vez, em Nova Jerusalém, em 20 de outubro de 1971, o grupo não tinha sido ainda batizado. “Quando nós nos apresentamos lá em cima das pedras não tinha nome ainda. Depois, quando a gente estava descendo das pedras. Havia umas crianças correndo lá embaixo, que gritaram: Lá vem os violados. Achamos interessante e colocamos o nome de Quinteto Violado”, conta o paraibano, de Campina Grande, Marcelo Melo. Para usar uma expressão atual, simples assim.
Um ano depois, incensado por Gilberto Gil, que rotulou o som do grupo de “free (jazz) nordestino” e Caetano Veloso, por intelectuais como o escritor Hermilo Borba Filho, o Quinteto Violado, com o adolescente Sando Johnson (então com 13 anos), na flauta, lançou o álbum de estreia pela Phillips, cercado por uma badalação inusitada para uma banda desconhecida fora de sua cidade.
Nestes 45 anos, o QV foi indicado para nove Prêmios da Música Brasileira e ganhou quatro deles como Melhor Grupo Regional, foi indicado ao Grammy Latino em 2014, recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, ganhou o Prêmio Profissionais da Música 2015, em Brasília. Acumula uma discografia com mais de 50 títulos, entre LPs, CDs e DVDs e teve duas biografias publicadas.
Mas a importância do Quinteto não está no volume de prêmios e, sim, em sua importância para a música popular brasileira. O álbum de estreia, que tem o nome do grupo por título, foi um dos campeões de vendagem em 1972, disseminando pelo Brasil ciranda, cavalo marinho, frevo, e regravando e revalorizando o repertório de Luiz Gonzaga, O hit do disco foi uma recriação de Asa Branca que despertou o interesse pela música de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.
O violonista, violeiro e cantor Marcelo Melo é o único que está no grupo desde o primeiro show. Com ele tocam Dudu Alves (teclado), Luciano Alves (flautas), Roberto Medeiros (percussão e bateria) e Sandro Lins (baixo). A formação sofreu mudanças, mas o QV continua sinônimo de música de qualidade. O grupo toca pouco no Recife, mas tem agenda lotada o ano inteiro.
Continua na estrada, e nos estúdios. O próximo disco, a ser lançado em 2017, do Quinteto Violado é uma continuação da série em que visitam o repertório de algum grande nome da MPB. Desta vez será Quinteto Violado Canta Geraldo Azevedo.
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