Sanharó no "passinho" da Frente Popular

Cidade parou para receber Paulo Câmara nesta sexta-feira (29)

Nem o sol escaldante do Agreste diminuiu a empolgação do eleitor pernambucano com a candidatura de Paulo Câmara (PSB) ao Governo Estadual. No início da tarde desta sexta-feira (29), a população de Sanharó lotou as ruas da cidade para participar de uma caminhada com o socialista e seu companheiro de chapa Fernando Bezerra Coelho (PSB), que disputa uma vaga no Senado. Ao som da música que ensinava, pelos carros-de-som, como fazer o "passinho" da Frente Popular, todos queriam conhecer de perto e abraçar aquele que dará continuidade e avançará com o projeto iniciado pelo ex-governador Eduardo Campos.

"Chegar aqui em uma sexta-feira no início da tarde, com um sol desses, e mesmo assim ser recebido com esta animação, aumenta nossa empolgação e também a nossa responsabilidade. A partir de 1° de janeiro, teremos o compromisso de continuar ajudando Sanharó a se desenvolver cada vez mais", garantiu Paulo, que também se comprometeu a pavimentar o acesso ao distrito de Mulungu.

APOIOS DA OPOSIÇÃO - Recebido pelo prefeito Fernandinho (PCdoB), o vice, Artur Guimarães, e o ex-prefeito César Freitas, Paulo continua trazendo lideranças para seu palanque por onde passa. No evento desta sexta, os vereadores Lielson (PSD) e Yuri (PMN), e o ex-vereador Marcelo Catolé (PMN), que até pouco tempo estavam com o candidato oposicionista ao Governo, anunciaram seu apoio à chapa da Frente Popular.

Vários prefeitos da região, que já estavam com a Frente Popular, também fizeram questão de participar da caminhada, mostrando que a união encontrada em Sanharó segue crescendo em todo o Agreste. Acompanharam Paulo os gestores João Mendonça (PSD/Belo Jardim), Débora Almeida (São Bento do Una), Evandro Chacon (Pesqueira) e Padre Cazuza (Poção), esses três últimos do PSB.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Paulista, Ramos define turismo como uma das prioridades no programa de governo

Bolsa Família não retira mulheres do mercado de trabalho, diz FMI