Portador de autismo faz sua primeira exposição de quadros pintados em aquarela
Germana Mancabira
JC Online
Aos seis anos de idade Jackson Santana foi diagnosticado com autismo. A partir de então passou a lidar com as limitações decorrentes da doença. Mas por "culpa" única e exclusiva do dom que sempre teve de desenhar e pintar em telas a óleo e depois em aquarelas, o menino cresceu e evoluiu. Encantado com o Recife, as paisagens, as festas e os casarões da cidade, ele ganhou a liberdade proporcionada pela arte.
Agora, aos 39 anos, ele quer se mostrar para outros mundos além do seu. Tornou-se um artista plástico profissional, merecedor da 1ª exposição com mais de 20 quadros feitos especialmente para a mostra, que começa hoje e vai até outubro na Escola de Arte do Recife.
A lista de convidados? Ele fez questão de fazê-la. E essa é apenas uma das tantas ações independentes conquistadas durante os meses de preparação para a exposição. Outra delas é a criação de uma prazerosa rotina de acordar, preparar o próprio café da manhã e depois sentar para pintar os quadros.
Jackson Santana está só começando uma nova vida dentro da sua própria vida, tanto como autista quanto como artista que se tornou.
Acompanhe a reportagem completa na edição impressa do Jornal do Commercio deste sábado (9).

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