Pesquisa com Energia Solar Rende prêmio a Brasileiro
FERNANDO MORAES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO
O químico Antônio Patrocínio tem apenas 29 anos, mas já se dedica há dez
ao desenvolvimento de materiais para conversão de energia solar. Essa
década de trabalho foi agora reconhecida pelo governo alemão com o
"Green Talents 2012", que premiou 25 jovens cientistas do mundo todo que
pesquisam diferentes aspectos do desenvolvimento sustentável.
"Na minha pesquisa, tenho buscado preparar materiais com propriedades
químicas e físicas adequadas para serem integrados em dispositivos para a
conversão de energia solar", diz Patrocínio, professor da Universidade
Federal de Uberlândia.
Atualmente, o químico tem dirigido seus esforços a dois temas de ponta
da pesquisa energética: células solares sensibilizadas por corantes e
dispositivos para fotossíntese artificial.
Nas células solares convencionais, uma placa de silício é responsável
pela absorção da luz e pelo transporte dos elétrons gerados por esse
processo, responsáveis pela energia. Para que isso ocorra de maneira
eficiente, é necessário que o silício seja de altíssima pureza, o que
requer processos caros.

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