Blog da Folha A extinção da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba repercutiu timidamente na classe política. Alguns, como a deputada federal Luciana Santos (PCdoB-PE), apontam o fato como parte de uma estratégia de desmonte das investigações. Outra parcela, a exemplo de Daniel Coelho (PSDB-PE), frisa que a prioridade é obter o julgamento dos culpados antes de 2018, para não impactar com mais instabilidade no pleito de outubro. Chamou atenção o silêncio de alguns políticos, a exemplo do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), este último implicado nas investigações da Operação. Humberto Costa (PT), que também é investigado, considerou a mudança como uma manobra do grupo que patrocinou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff . “Um dos objetivos de Temer, ao dar o golpe, é impedir que prosseguissem as investigações da Lava Jato, uma coisa que já vínhamos falando”, frisa. Para o deputado Betinho Gomes (PSDB), a mudança, a princípio, enfraquece a Lava Jato. “Como os deleg...