Fabiana Karla homenageia Rossi em peça
Bruno Albertim JC Online Atriz contracena com Leandro da Matta Divulgação Fabiana Karla já não precisa de mais provas públicas. Depois do exercício de contenção elegante na peça Gorda – a comédia ácida sobre os preconceitos contemporâneos contra o sobrepeso do cultuado dramaturgo americano Neil Labute –, e da polivalente Perséfone do folhetim global Amor à vida, a atriz pernambucana parece já ter dado mais do que provas de que não se presta apenas aos eternos humorísticos para toda a família dos sábados à noite. Mas ela ainda quer fazer, no teatro, o que nem sempre a TV lhe permite. “No palco, eu me dou o direito de fazer o que eu não posso fazer na TV. Nos humorísticos, sempre faço personagens mais histriônicos. No teatro, posso e consigo fazer personagens mais críveis”, diz ela, que injeta boa dose de seu humor habitual num projeto amparado também em sutilezas. Depois de algumas apresentações apenas na Bahia e em Goiás, Fabiana Karla encena, este final de semana,...