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Charge do Humberto - Jornal do Comércio

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Energia Cara: O Novo Alvo da Presidente Dilma

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247 – O governo de Dilma Rousseff ficará marcado pelas guerras abertas contra o que prejudica, de alguma forma, a população e o crescimento do País. O primeiro passo foi atacar os juros reais da economia. Resultado: em outubro, a taxa básica de juros (Selic) bateu o quarto recorde consecutivo de baixa, chegando a 7,25%, menor nível da série histórica iniciada em 1986 pelo Banco Central. Os próximos inimigos enfrentados com determinação pela presidente foram os spreads dos bancos, públicos e privados, e em seguida os juros dos cartões de crédito, pelos quais anunciou "não descansar" enquanto as administradoras não os reduzissem. Hoje, Dilma avança na cruzada pela redução do chamado Custo Brasil e abre fogo contra a tarifa de energia elétrica, insumo indispensável no dia a dia do cidadão.

Quando o Táxi é Melhor que o Automóvel

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Brasil Trânsito caótico, combustível caro e falta de vagas para estacionar são problemas comuns das maiores cidades do país. Somando isso a impostos, custos de manutenção e seguro, é possível chegar a uma conclusão: é muito caro manter um carro no Brasil. Caro e estressante. Pegar um engarrafamento ao sair do trabalho em São Paulo ou encontrar uma vaga no centro do Rio de Janeiro são tarefas capazes de irritar até o mais paciente dos monges budistas. Com cada vez mais gente comprando carros - foram vendidos em média 16 mil veículos por dia em outubro, segundo a Fenabrave - a tendência é a situação dos motoristas brasileiros piorar. Por isso, muita gente que tem condições financeiras de ter um automóvel abre mão do bem e prefere a praticidade do táxi. Vale a pena? A pedido do 247, o consultor financeiro Guilherme Azevedo, da Life Finanças Pessoais, fez a contas e concluiu que para algumas pessoas vale sim a pena abrir mão do possante e  acionar o rádio-taxi quando precisar. P...

Azulejos Presidenciais

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No início do ano, Dilma Rousseff implicou com um conjunto habitacional que seria construído, em Belo Horizonte, pelo Minha Casa, Minha Vida. De acordo com o projeto, as cozinhas dos apartamentos seriam entregues sem azulejos. A presidenta rodou a baiana, chamou a construtora da obra para uma conversa e exigiu o revestimento. “Vocês têm ideia do que é limpar uma cozinha sem azulejo?”, perguntou. O projeto foi adaptado. Poder Online

Brasileiros Que Vivem na Faixa de Gaza Pedem Ajuda

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Renata Giraldi Repórter da Agência Brasil Brasília - Um grupo de 20 brasileiros, que têm também nacionalidade palestina, pediu ajuda ao Escritório do Brasil em Ramalá, na Cisjordânia, para deixar momentaneamente a Faixa de Gaza por temer o agravamento dos conflitos. Os palestinos-brasileiros, que têm binacionalidade, deverão deixar por terra a região em direção ao Egito, considerado o único caminho possível. Nas áreas próximas à Faixa de Gaza vivem cerca de mil brasileiros. Porém, nas regiões de Israel e da Palestina há aproximadamente dez mil brasileiros. O Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, informou à Agência Brasil que recebeu apenas os 20 pedidos de ajuda encaminhados pelos binacionais palestinos.

Julgamento do Goleiro Bruno

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Paulo Henrique Amorim se Retrata no Dia da Consciência Negra

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247 – Coincidência ou não, a retratação foi publicada no Dia da Consciência Negra. Condenado por ter classificado Heraldo Pereira, da Globo, de “negro de alma branca”, o jornalista Paulo Henrique Amorim, da Record, publicou hoje, no Correio Braziliense uma retratação. Leia o texto: “Retratação de Paulo Henrique Amorim, concernente à ação 2010.01.1.043464-9, que reconhece Heraldo Pereira como jornalista de mérito e ético; que Heraldo Pereira nunca foi empregado de Gilmar Mendes; que apesar de convidado pelo Supremo Tribunal Federal, Heraldo Pereira não aceitou participar do Conselho Estratégico da TV Justiça; que, como repórter, Heraldo Pereira não é e nunca foi submisso a quaisquer autoridades; que o jornalista Heraldo Pereira não faz bico na Globo, mas é empregado de destaque da Rede Globo; que a expressão ´negro de alma branca´ foi dita num momento de infelicidade, do qual se retrata, e não quis ofender a moral do jornalista Heraldo Pereira ou atingir a conotação de ´racismo´”.