MPF recomenda a seis instituições de ensino superior de Pernambuco reforço no controle das cotas raciais do Prouni
Medida busca assegurar que bolsas destinadas a estudantes negros, indígenas e quilombolas sejam ocupadas pelos efetivos beneficiários da política de ações afirmativas Foto ilustrativa: Pexels O Ministério Público Federal (MPF) expediu recomendações a seis instituições privadas de ensino superior do estado de Pernambuco para que adotem mecanismos de aferição complementar à autodeclaração de candidatos que concorrem às bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) por meio de cotas raciais. A medida busca fortalecer a efetividade da política de ações afirmativas e prevenir fraudes na concessão dos benefícios. As recomendações foram encaminhadas ao Centro Universitário Frassinetti do Recife (Unifafire), à Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS/Aecisa), à Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), à Faculdade Uninassau Recife, ao Centro Universitário FBV Wyden e ao Centro Universitário Estácio do Recife. Todas participam do Prouni e são responsáveis por verificar as informaçõe...