Festival Vozes Femininas acontece pela primeira vez na 1ª Igreja Batista de Gravatá
Tarde especial do sábado (28) fez parte do calendário do Março Mulher e celebrou o talento e a força das mulheres cristãs
A 1ª Igreja Batista de Gravatá foi palco da 3ª edição do Festival Vozes Femininas, um evento que encantou e emocionou o público presente na tarde do sábado (28). Organizado pela Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria da Mulher, o festival teve como objetivo reunir mulheres para celebrar suas conquistas e caminhar juntas na luta pela igualdade social.
O evento contou com a participação de diversos grupos de coral, foram eles: 1ª Igreja Batista de Gravatá, a Assembleia de Deus, a Igreja Batista Betânia, a Igreja Batista de Casa Amarela, a Igreja Verbo da Vida e também a Igreja Presbiteriana. Além disso, houve apresentação do grupo Elas Encantam, criado na Secretaria da Mulher de Gravatá.
Wagna Alves, ministra de música da Igreja Batista Betânia, falou sobre o significado da participação neste festival. “A importância desse festival para a gente, enquanto mulheres cristãs, existe aquela conotação de que a mulher cristã ela se doa às vezes até mais, porque ela não se enxerga como uma pessoa que também precisa de cuidados. Eu até conversei isso com o pessoal, quando a gente tava fazendo a questão de organização, que às vezes tem muitas mulheres cristãs que se dedicam a vida toda pra cuidar do pai né da mãe nos seus últimos anos de vida, tem filhos com alguma especialidade e elas acabam se esquecendo delas mesmas sendo que a Bíblia é muito clara que a gente é mordomo mas a gente também precisa cuidar do nosso corpo, que é o templo do espírito e aí você tem um templo que tá doente, que tá sem visão, com elas sujas, porque você não tá mais te enxergando. Então é muito muito importante esse momento porque às vezes a impressão que a igreja tá meio à parte de tudo aquilo que o governo tá fazendo em favor da mulher e a gente não pode ter essa visão tacanha. E a música envolvendo essa parte é muito importante, porque a música traz aconchego, aproxima, então a gente está se sentindo muito honrada de participar dessa primeira vez como envolvendo a igreja, as mulheres evangélicas cristãs e esperamos que seja a primeira de muitas vezes”.
Wagna Alves, ministra de música da Igreja Batista Betânia, falou sobre o significado da participação neste festival. “A importância desse festival para a gente, enquanto mulheres cristãs, existe aquela conotação de que a mulher cristã ela se doa às vezes até mais, porque ela não se enxerga como uma pessoa que também precisa de cuidados. Eu até conversei isso com o pessoal, quando a gente tava fazendo a questão de organização, que às vezes tem muitas mulheres cristãs que se dedicam a vida toda pra cuidar do pai né da mãe nos seus últimos anos de vida, tem filhos com alguma especialidade e elas acabam se esquecendo delas mesmas sendo que a Bíblia é muito clara que a gente é mordomo mas a gente também precisa cuidar do nosso corpo, que é o templo do espírito e aí você tem um templo que tá doente, que tá sem visão, com elas sujas, porque você não tá mais te enxergando. Então é muito muito importante esse momento porque às vezes a impressão que a igreja tá meio à parte de tudo aquilo que o governo tá fazendo em favor da mulher e a gente não pode ter essa visão tacanha. E a música envolvendo essa parte é muito importante, porque a música traz aconchego, aproxima, então a gente está se sentindo muito honrada de participar dessa primeira vez como envolvendo a igreja, as mulheres evangélicas cristãs e esperamos que seja a primeira de muitas vezes”.
Ester Gomes, secretária da mulher de Gravatá, esteve presente no festival e engrandeceu o momento. “Esse ano, o nosso festival teve um formato diferente, que ele buscou essa integração com mulheres evangélicas, por isso que o nosso festival de vozes femininas primou pela oportunidade de reunirmos mulheres de variados segmentos cristãos evangélicos para que a gente pudesse discutir sobre a Política Nacional de Cuidados. Então nós estamos aí com essa pauta muito em alta, uma pauta importante que envolve todo o envolvimento de mulheres nas suas variadas práticas e que historicamente se coloca mulher nesse lugar de cuidar e na realidade a gente precisa olhar para além, precisa olhar pra mulher que cuida, a mulher que precisa ser cuidada e também o autocuidado. Ele vai ser um festival muito interativo, nós vamos ter apresentações do coral das várias igrejas que estão aqui conosco, vamos estar trazendo poemas, vamos estar refletindo sobre essa temática a partir de uma discussão que seguramente será muito produtiva e teremos aí uma tarde bastante intensa. Então temos segmentos variados de mulheres que estão nas suas vivências dentro da igreja e que se juntam a nós todas em um grande momento para discutirmos essa pauta tão importante”.
Reportagem: Ana Paula Figueirêdo
Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM)




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