Como fazer uma corrente do bem

Antônio Assis
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LUCIANA VICÁRIA
REVISTA ÉPOCA
Muita gente imagina que para se dedicar a um trabalho social é preciso ter tempo e dinheiro. Isso está longe de ser verdade. A maior parte do trabalho voluntário no Brasil é feita por pessoas que trabalham duro, têm filhos e, mesmo assim, ainda encontram um jeito de ajudar a quem precisa, segundo a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais. O que as diferencia é a vontade desmedida de fazer o bem pelo outro. Entre os finalistas desta quinta edição estão pessoas como Paulo Rogério de Oliveira. Após o expediente, ele dedica algumas horas a ensinar um ofício a quem não pode pagar por cursos convencionais. “O cansaço é grande, mas o retorno me torna uma pessoa mais feliz”, diz Oliveira. É algo parecido com o que acontece com outro Paulo, de sobrenome Clemente, pai de quatro meninas, produtor musical e um dos líderes de uma instituição que apoia crianças no Capão Redondo, uma das regiões mais violentas da Grande São Paulo.

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